terça-feira, 24 de agosto de 2010
Se todas as terças fossem assim...
sábado, 21 de agosto de 2010
Mantendo a calma e seguindo em frente...
Faltando uma semana para mais um aniversário, ponho-me a pensar sobre o que vida tem me ofertado e com o que tenho feito com essas ofertas. E, sobretudo, tenho pensando que ser uma mulher balzaquiana me coloca em uma zona de conforto nunca antes experimentado! Uma amiga querida concorda comigo: estar na década dos 30 anos nos traz aquisições que, se assimiladas e bem vividas, nos permite despreender de um monte de neuroses e pesos acumulados na juventude, e desfrutar melhor as delícias(tão mais intensas)e as dores (já tão mais pontuais) de se ser o que é.Aceito o que o espelho me mostra e o tempo (muitas vezes, só ele...) me traz. Sei exatamente o que quero, mas isso não me impede de mudar de opnião se o inesperado se mostrar melhor do que o planejado. Ainda sinto borboletas no estômago, mas não saio voando com elas: os pés nos chãos tornam mais real o fantasiado, mesmo que adaptado. Consigo despir-me não só de roupas, mas também de idéias, se essas não são mais necessárias. Continuo romântica, no sentido de querer mais delicadeza no dia a dia e uma beleza meio barrroca no cotidiano, mas não espero do outro a minha alegria e dou adeus rapidamente à relações que não irão me fazer crescer e não vêm para somar. Ainda me surpreendo, para o bem (e algumas vezes ainda para o mal) com os outros, porque não desisti da confiança no humano e nem me desabilitei de descobrir no outro um pouco além do que ele me mostra. Tenho nos cálculos muitos mais amigos e afetos, do que inimigos e desafetos. Persito no perdão. Desconstruo certas culpas, zelando para não ter outras novas. Acumulo papéis como a maioria da mulheres ocidentais, mas agora sinto que o tempo reservado para cada um deles está na medida certa. Permito-me chutar o balde, se isso resultar numa lavagem na alma. Faço por mim o que gostaria que os outros me fizessem. Fico em êxtase quando o outro faz por mim o que faria para si mesmo! Posso ficar observando, por um tempo, o sentido da maré e só segui-lo se isso tiver realmente um significado para mim. Não é sempre fácil, mas é beeemmm mais fácil do que aos 20 e do que fora, antes, na adolescência...
E em dias como hoje, onde muitos detalhes domésticos dão um tom mais nebuloso ao dia, o humor tende a se alterar com o menor estímulo negativo, um pequeno problema parece tornar-se um desastre em meio aos olhos marejados de lágrimas e até as dádivas, de repente, parecem se tornar demais para o que consigo abraçar, interromper tudo, buscar um ombro amigo e/ou amado, um banho relaxante e o beijo do filho ajuda novamente a resgatar a calma, e seguir em frente...Sempre em frente... E que me venha a segunda metade da minha era balzaquiana, com mais acúmulos benéficos e aprendizados persistentes. O tempo, e eu mesma, me faz (faço) melhor!
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A foto refere-se ao poster muito desejado e há alguns meses ganho num sorteio no blog http://inspirational-homes.blogspot.com/ (o blog, sobre decoração, é maravilhoso e a Débora, sua mentora, é uma das pessoas mais gentis e adoráveis que o mundo virtual já me trouxe. E ela tem uma lojinha virtual que vende coisitas lindas, inclusive pôsteres como o fotografado aqui). Semana passada encomendei uma moldura para ele, que o deixou mais lindinho, pronto para decorar as paredes do meu novo lar, doce lar e me ajudar a lembrar, diariamente, como o sugerido nos tempos em que foi criado (pelos ingleses na ocasião da Segunda Grande Guerra), no quanto é importante manter a serenidade e não parar...
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Casas de cinema, cinema em casa: "O Amor não tira férias"




Fonte das imagens: InternetImagine que, além de viajar para um país adorável e deixar para trás uma rotina estafante, poder alugar um chalé mimoso como esse e, ainda, conhecer por lá um novo amor. É o que ocorre no enredo do filme "O Amor não tira férias". As fotos aqui postadas são de um dos cenários deste filme, o chalé onde vive a personagem de Kate Winslet, que o alugará para a personagem de Cameron Diaz.
No meu caso, hospedando ou vivendo num lugar assim, seria o próprio chalé que se transformaria no meu amor...
domingo, 15 de agosto de 2010
Aplausos: Simplesmente eu, Clarice
Estou inundada em Clarice Lispector...É esta a sensação que tenho, após ter assistido, nesta tarde, a peça teatral "Simplesmente eu, Clarice". Através de um monólogo, Beth Goulart (que também assina o texto e dirige a peça) apresenta Clarice e toda sua densidade e sutileza, utilizando-se de trechos de suas obras e detalhes de sua vida e de sua forma tão peculiar de se colocar no mundo. O texto é muito bem amarrado, pincelando a autora e sua obra com o que elas têm de mais instigante, e me provocou um prazer doloroso, desse que inquieta, envolve as estranhas, me faz em nexo comigo mesma (olha só como estou mesmo em Clarice!).A peça veio a BH através do FIT, Festival Internacional de Teatro, Palco e Rua. Beth Goulart, como atriz, esteve realmente à altura de uma escritora tão magistral com Clarice. Ainda estou aplaudindo!
sábado, 14 de agosto de 2010
França em livros




O tempo passa...Há meses estive em Paris, mesmo parecendo que foi ontem. E como acredito que sempre há de se trazer um pouco da França para meu cotidiano, comprei dois livros encantadores: "Living in Paris" e "French Country Kitchens". Adoro livros de fotografias e decoração, e estes são magníficos nesses dois aspectos, por isso compartilho aqui algumas fotos que tirei deles.
domingo, 8 de agosto de 2010
Paraty e a Flip
Eu até tentei ir a Paraty por ocasição da Flip (Festa Literária de Paraty), mas como essa, excepcionalmente nesse ano, aconteceu em agosto e não em julho, não se encaixou no meu período de férias. Lamento, sobretudo, por ter perdido a oportunidade de ouvir, ao vivo e em alto e bom som, Isabel Allende, uma das minhas escritoras favoritas (e que, junto com Neruda, despertou minha paixao pelo Chile). Contento-me, então, em admirar a foto dela com o marido pelas ruas de Paraty (aqui postada), e preparar-me para ler seu novo livro "A Ilha Sob o Mar".
Para mais, confira aqui: http://www.flip.org.br/noticias.php?id=573

Para mais, confira aqui: http://www.flip.org.br/noticias.php?id=573

Fonte da Imagem: http://ultimosegundo.ig.com.br/flip/
Feliz Dia dos Pais
sábado, 7 de agosto de 2010
Os filmes do meu fim de semana
Uma semana de muitos filmes: no cinema vi com meu filhote "Salt" e "Meu Malvado Favorito" . Em DVD, desde quinta estou assistindo: "O Menino do Pijama Listrado", "Veronika decide Morrer", "A Felicidade não se Compra" e "Coco antes de Chanel". Os filmes são minha forma de trazer glamour para meu dia a dia. Com simplicidade.quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Um livro?
Pensando no que ler? Buscando uma dica literária? Eu recomendo: " O Menino do Pijama Listrado". Como eu já disse aqui outrora, gosto muito de ler sobre histórias (reais ou não) ocorridas por ocasião da Segunda Guerra Mundial (é uma forma de conhecer os erros da história para não repeti-los e refletir sobre os caminhos das humanidade). Muito já se escreveu sobre, mas, com certeza, nada como em "O Menino do Pijama Listrado", que traz à luz cenas do holocausto pelos olhos sempre inocentes de uma criança. Uma criança que tem como o pai um dos comandantes de Auschwitz , e que, por causa da função do pai, vai morar com a família numa casa vizinha a esse campo de concentração. Uma criança que conhece uma outra criança, que vivia do outro lado da cerca e usava, como muitos outros, o mesmo pijama listrado...
Eu ainda não vi o filme baseado nesse livro, mas pretendo fazê-lo em breve.
Sempre tenho uma fase anual em que me chegam às mãos várias fontes sobre a Segunda Guerra. "O Menino do Pijama Listrado" foi empréstimo de uma amiga querida e, no mês passado, adiquiri uma versão integral do Diário de Anne Frank, que irei reler em alguns dias (estou terminando outros livros, tais como "Noites sem Fim", de Agatha Christie e "Alice no País das Maravilhas" - para mim, sempre é tempo de reler Alice e, assim, ver uma parcela do mundo pelos olhos de uma criança).
Eu ainda não vi o filme baseado nesse livro, mas pretendo fazê-lo em breve.
Sempre tenho uma fase anual em que me chegam às mãos várias fontes sobre a Segunda Guerra. "O Menino do Pijama Listrado" foi empréstimo de uma amiga querida e, no mês passado, adiquiri uma versão integral do Diário de Anne Frank, que irei reler em alguns dias (estou terminando outros livros, tais como "Noites sem Fim", de Agatha Christie e "Alice no País das Maravilhas" - para mim, sempre é tempo de reler Alice e, assim, ver uma parcela do mundo pelos olhos de uma criança).
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Paraty Gastronômica







Uma das melhores coisas de Paraty é poder caminhar tranquilamente pelas suas ruas do Centro Histórico no fim de tarde e à noite, parando depois num dos seus muitos restaurantes para degustar um prato típico local. Registramos em fotos alguns pratos deliciosos que comemos por lá, como o macarrão com frutos do mar do Restaurante Quero Mais e o camarão casadinho e filet de peixe do Restaurante Netto (na Rua da Lapa, onde fui mais de uma vez, pois eles tem pratos incríveis, frescos, fartos e saborosos com frutos do mar, a um preço justo, o que os fazem estar sempre dentre os indicados do Guia Quatro Rodas).No restaurante Caravelas, o que saboreamos foi o Filet Mignon ao Molho de Queijo...hummmm
Como sobremesa, indico uma das trufas do "Bombom da Magda", onde meu filho fazia questão de passar mais de uma vez ao dia...
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