domingo, 29 de maio de 2016

Minhas preferidas

Minha poetisa preferida, Adélia Prado, e minha escritora brasileira preferida, Clarice Lispector, ambas em coletâneas que acabei de adquirir. Nesse feriadão não viajei, mas tenho lido muito (dentre outras coisas, como ir a cafeterias, rever amigos e família, ver filme, cozinhar, organizar um pouco mais a casa...) mas estou guardando essas minhas duas novas aquisições para assim que terminar os livros que estou lendo agora (dois suspenses, coincidentemente). E também tenho escrito bastante. Estou participando de uma Oficina de Escrita Literária e anseio semanalmente pela minha presença nesse espaço, onde escuto textos incríveis e onde deixo fluir minha criatividade na escrita.Tenho viajando muito pelas palavras.

sábado, 14 de maio de 2016

Uma sobrevivente em Berlim


 Uma igreja deixada tal como foi marcada pela Segunda Grande Guerra Mundial. Bombardeada, não foi reconstruída e serve hoje como um verdadeiro testemunho dos horrores e dores de um período tenebroso da nossa história. Ao lado, uma nova e moderna igreja foi construída, deixado a antiga e semi-destruída para a visitação. Em homenagem a Débora, do Inspirational Homes, que comentou sobre sua curiosidade acerca dessa igreja, deixo aqui as fotos que fiz de Gedächtniskirche.














sábado, 7 de maio de 2016

Berlim

 Berlim, com suas belezas e cicatrizes, ambas explícitas. Fui em busca de história e a encontrei na Topografia do Terror, no Checkpoint Charlie, no novíssimo Spy Museu (meu filho quase se mudou para esse museu...rs), visitando a cúpula do parlamento alemão, nas sobras do Muro, no Portão de BrandemBurgo, na bombardeada e não restaurada igreja Gedanchtniskirche... Também fui em busca de caminhadas tranquilas pelo Tiergarten e por músicas, das melhores, na Filarmônica de Berlim e na Casa das Culturas do Mundo, onde assisti ao singular Victor Gama. Encontrei o novo e o antigo, o moderno e o pitoresco, o doloroso e o contente.



























sábado, 30 de abril de 2016

Belém do Pará

 No último feriadão me dispus a conhecer um Brasil mais peculiar, alguns diriam exótico, e rumei a Belém. Fui ao Mangal da Garças (e almocei no Manjar da Garças, que fica dentro desse parque, onde pude provar muitas iguarias paraenses),  Teatro da Paz, Forte do Presépio, Catedral da Sé, Docas,  admirei o por do sol no Rio Guamá e provei sorvetes sublimes na Cairu...Porém, o local onde mais me diverti, fui mais de uma vez  e  que realmente inspirou minha viagem à capital do Pará foi o mercado Ver-o-Peso. Descobri frutas que nunca vi na vida e que nem sei pronunciar os nomes, trouxe alguns cheiros fantásticos nas malas, aprendi sobre sabonetes e pomadas poderosas e ouvi sobre milagres obtidos com o uso de garrafadas. Adorei conversar com locais e apreender detalhes dos cotidianos, como o taxista que toda segunda vai à feira comprar o peixe Filhote para que a esposa o prepare ao forno, pois segunda é a folga do taxista, ou seja, seu domingo, e merece um almoço especial; a senhora que conta com naturalidade sobre o resgate da jiboia do forro do teto de um dos quartos de seu sítio; a moça da barraca do mercado que me explica com detalhes (que não posso repetir aqui sem soar vulgar..rsrs) os efeitos do uso do óleo de bôta... O difícil para mim foi suportar o calor opressivo e úmido, apesar de todos por lá me confirmarem que fui numa época "fresca".